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Nossa Diocese

Diocese de Santo André está situada na Região Metropolitana de São Paulo chamada Grande ABC, num território de 878 Km2 e é composta por sete municípios: Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra .

Nestes sete municípios existe uma população de mais ou menos, dois milhões e oitocentos mil habitantes.

Até o inicio da década de 90, nossa Diocese tinha uma característica eminentemente industrial com uma população composta em sua maioria de operários. Atualmente, esta característica industrial e operária está sofrendo grandes transformações e dando lugar a uma nova realidade, pois muitas empresas se transferiram para o interior do estado ou até mesmo para outros estados. Esta situação criou graves problemas sociais, entre eles, o desemprego, a mendicância, a falta de mercado de trabalho para as novas gerações, etc…
Com as transformações sociais decorrentes da nova situação econômica, o nosso Grande ABC, está se transformando e se caracterizando como região de grande comércio devido à presença de muitas áreas de consumo.

Um outro aspecto dessas transformações está no fato de que o Grande ABC promete, para um futuro não muito distante, a existência de grandes redes nas áreas de educação, estudo e pesquisas, pois já existem aqui grandes investimentos em faculdades e universidades.

Outra característica que está sobressaindo, é a existência de grandes redes hoteleiras e investimentos no setor de serviços.
Este olhar sobre a realidade da Região, faz vislumbrar grandes desafios para a presença e atuação da Diocese de Santo André, pois a população continua em crescente aumento, exigindo respostas no nível pastoral e organizativo.
Quanto à condição da Diocese no contexto do Regional Sul 1 da CNBB, pode-se falar de três níveis.

Um primeiro, diz respeito a sua história, como berço do sindicalismo, de partidos políticos e movimentos sociais diversos. Devido a isso, sua existência destaca-se em âmbito nacional e até mesmo internacional. Permanecem presentes, portanto, grandes desafios sócio-culturais, levando-se em conta as profundas transformações políticas e econômicas ocorridas nas duas últimas décadas.
Um segundo nível, diz respeito à própria presença e ação eclesial, nestes quase cinqüenta anos de sua criação, pois a Diocese, na história da Região do Grande ABC, aconteceu como marco no inicio de sua industrialização e conseqüente urbanização. Sua ação evangelizadora estabeleceu pontos de referência fundamentais para o futuro desta parcela do povo de Deus.

O terceiro nível e, talvez o mais importante, diz respeito ao que está por vir. O futuro para a Diocese de Santo André é desafiador, pois neste novo contexto, exige-se uma identidade mais transparente quanto a sua missão e sua presença na sociedade.

Considerando estes três níveis, pode-se dizer que a condição da Diocese no contexto do Regional Sul I é de grande importância, pois, ela vislumbra um crescente progresso na ação pastoral e nas respostas aos desafios desta mesma pastoral.

Bispos que fizeram história na Diocese de Santo André:

• D. Jorge Marcos de Oliveira – 1º Bispo – in memoriam
• D. Claudio CARDEAL Hummes, OFM – prefeito da Congregação do Clero, alto cargo da Santa Sé
• D. Décio Pereira – 3º Bispo – in memoriam
• D. Airton José dos Santos – Bispo auxiliar – Atual Bispo da Diocese de Mogi das Cruzes
• D. Nelson Westrupp, scj – Atual Bispo da Diocese de Santo André

BRASÃO – DIOCESE DE SANTO ANDRÉ

A composição do escudo da Diocese de Santo André é bem simples, segundo as orientações de feitio dos brasões, para que os elementos sejam significativos e bem evidenciados. Ele é composto por três campos, cuja divisão se faz pela representação de uma montanha em marrom. No campo em destaque, que se abre ao centro, encontram-se os cinco pães e dois peixes; no campo superior esquerdo, a “Estrela da Manhã” e no campo superior direito, a representação de uma engrenagem, ambos sobre o metal dourado. A Diocese apresenta-se pela Mitra ornada com a Cruz de Santo André, encimada ao escudo, sinal deste Bispado, juntamente com as insígnias da Diocese: a Cruz e o Pastoral.

O escudo é concebido, segundo a forma “chapé ployé” (manto dobrado) que é a representação de um manto ou da capa utilizada pelos clérigos nos ofícios e nas procissões. Isso sinaliza que o povo é um povo sacerdotal que se oferece a Deus no culto espiritual; no entanto, o culto espiritual adquire seu sentido na peregrinação – o labor e a faina diária, onde o cristão é chamado a ser testemunha de Cristo. Sua forma é também a representação da Montanha, local da manifestação de Deus – como em Moisés, em Elias e nas bem-aventuranças. A montanha lembra o escudo carmelita, cuja presença é referência da Igreja-Mãe da Diocese: a Virgem do Carmo. Essa referência é marco, pois a Catedral diocesana foi consagrada no dia de Nossa Senhora Rainha (22 de agosto).

Os campos superiores possuem um metal dourado, que é a representação da dignidade, da virtude e da grandeza da Igreja Particular, porção escolhida do Povo de Deus para ser sinal régio, profético e sacerdotal. No campo superior esquerdo, brilha a “Estrela da Manhã”, sinal da Luz que ilumina os povos – “uma luz que brilhará para os gentios e para a glória de Israel, o vosso povo” (Lc 2, 32). Ao mesmo tempo, a estrela da manhã é aquela que anuncia o dia que se inicia, que não é qualquer dia, mas o dia sem ocaso, o dia do Ressuscitado, o oitavo dia, o dia eterno. Para esse dia, a Igreja tem sua porção peregrina, que corresponde à graça do Salvador, com seu trabalho cotidiano. A Estrela da Manhã é ainda uma das invocações marianas, pois é ela que traz o Cristo encarnado e Ressuscitado. Desse modo, a Igreja de Santo André é a porção do povo eleito e peregrino, que brilha no mundo, consciente de sua vocação à eternidade.

No campo superior direito aparece a figura de uma engrenagem que faz a memória da fundação da Diocese em meio ao povo operário, dentro de uma realidade industrial. A Diocese foi criada em 1954, em plena atividade industrial desenvolvimentista nas cidades que a compõem. Essa realidade marca o rosto da Diocese, não só em relação ao operariado, mas sobretudo em relação ao trabalho – labor, cuja dignidade é consagrada por Deus e relevada por Jesus Cristo, quando diz: “o operário é digno de seu salário” (Lc 10,7).

Nesse campo inferior, que é iluminado e ilumina os dois campos superiores pelo formato do manto ou da montanha, aparecem os cinco pães e dois peixes, representação do Apóstolo André, patrono da Diocese. Ele é o discípulo que apresenta a Jesus, no Evangelho de João, o menino com os pães e os peixes (Jo 6, 8-9). O número sete é significativo em seu mais amplo aspecto: é o sinal divino da plenitude e é o símbolo das sete cidades que compõem a Diocese: Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra.



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 ANIVERSARIANTES DO DIA

 
24 setembro 2014

Hoje 24 de setembro, aniversário de Pe. Cassiano
Parabéns, Pe. Cassiano, por mais um ano de vida.
Receba nossos cumprimentos e votos de muita saúde, alegria e vida plena em Deus.
Que você se realize continuamente como pessoa e como padre e seja muito feliz em sua vida, hoje e sempre.
Dom Nelson envia-lhe um forte abraço e uma especial bênção.

 
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